Um pouco da História...

Aero Transfer!

Restaurantes Revista Veja Melhor de SC

As mesas campeãs


 Praticamente uma instituição quando o assunto é ostra, o Ostradamus se destaca entre os lugares especializados em peixes e frutos do mar. O prêmio de bom e barato vai para o árabe Kaffa. Esta edição seleciona 324 casas para quem procura uma cozinha de primeira



A melhor cozinha de peixes


Ostradamus

Ostra gratinada com tomate, cebola, salsa
e queijo parmesão: R$ 30,00 a dúzia

Jaime José de Barcelos, nascido em Ribeirão da Ilha, é um visionário. Depois de transformar sua pequena oficina mecânica em uma modesta lanchonete, especializada em cachorro-quente, investiu no comércio de peixes e frutos do mar. E fez o maior sucesso. Após quatro vitórias consecutivas na eleição de melhor ostra, chega agora, pela primeira vez, ao topo desta categoria. Novidade em 2010, a cafeteria Tens Tempo, instalada por ele em um casarão do outro lado da rua, é uma extensão do restaurante e serve doces portugueses, como barriga de freira (folhas de hóstia com recheio de ovos moles) e pastel de belém, ambos por R$ 5,00. No cardápio do Ostradamus, as dezessete variedades de ostra continuam no posto de preferidas da clientela. Para assegurar a qualidade, Jaime criou um depurador que filtra a água e aplica radiação ultravioleta sobre as conchas. Das mais pedidas, sobressaem a de tomate com cebola, salsa e queijo parmesão gratinado, a de manga, maçã e queijo brie, e a versão in natura, todas por R$ 30,00 a dúzia. Na divisão de prato principal, sai bem o polvo ao forno com pimentões, azeite de oliva e urucum mais batata ao murro (R$ 95,00). Outra receita, batizada de sinfonia dos náufragos, leva à mesa um espeto com 1 quilo de camarão-rosa assado na brasa ao molho de ervas frescas (R$ 170,00, para dividir). A adega, com 138 rótulos, privilegia vinhos nacionais, entre eles o catarinense Villa Francioni Rosé 2007 (R$ 65,00).




Rodovia Baldicero Filomeno, 7640, Ribeirão da Ilha, Florianópolis, 3337-5711 (140 lugares). 12h/23h (dom. só almoço até 18h; fecha seg.). Cc: D, M e V. Cd: M, R e V. Manobr. Ar. (R$ 60,00) www.ostradamus.com.br. Aberto em 1998. $$$

Link Matéria: http://vejabrasil.abril.com.br/santa-catarina/roteiro/restaurantes/as-mesas-campeas-50/




Nosso pé de manjericão: Um clássico da Ilha

Nosso pé de manjericão: Um clássico da Ilha


Um clássico da Ilha


Dia 22 passado, completando o quadro das festas de outubro no Estado de Santa Catarina, começou a Fenaostra (Festa Nacional da Ostra). É um evento democrático, porque tem programação para todos os gostos... e bolsos. Há concursos de gastronomia, shows de artistas nacionais, stands de todos os produtores de ostra da Ilha, restaurantes que servem os mais variados pratos... de ostra! E, um dos restaurantes que vale a pena conhecer lá dentro é o Ostradamus (aliás, os restaurantes que têm a iguaria como carro-chefe aqui em Floripa, também têm nomes muito divertidos, como o Maria vai com as Ostras, o Umas e Ostras e o próprio Ostradamus - acho que já falei sobre isso em algum outro post). O diferencial do Ostradamus é que ele é o único do País que trabalha com ostras depuradas, o que dá ao cliente a segurança de estar sempre comendo um produto de qualidade e livre de qualquer contaminação.

Conhecer o Ostradamus vai além da experiência gastronômica em si. O restaurante, pitoresco por natureza, tem o melhor atendimento da cidade. E não é exagero. Infelizmente, Santa Catarina ainda precisa aprender muito no quesito "cuide bem do cliente que ele volta". Mas esse restaurante nos surpreendeu não apenas pela qualidade da comida, mas ainda pela criatividade dos pratos e cuidado com o cliente. O dono, um ex-mecânico que ingressou no universo gastronômico quando comprou uma moenda e passou a vender caldo-de-cana na praia (só depois de alguns anos e cursos é que veio a ideia do restaurante, que hoje é um clássico da Ilha) cuida pessoalmente de tudo, inclusive ajuda seus funcionários ,limpando as mesas e colocando os pratos, isso é fantástico! Talvez esse seja o segredo do sucesso desse homem: a humildade aliada ao talento!

Entre as delícias do cardápio do Ostradamus, que você pode encontrar na Fenaostra, estão a ostra Seo Baldança (com queijo Roquefort e fatias de peras), a Do Mecânico (em homenagem ao proprietário - com queijo Brie, manga e maçã) e a ostra com Gengibre (foto deste post).

No mais, a Festa Nacional da Ostra vai até o dia 31 de outubro e, quem quiser conhecer um pouquinho mais sobre ela e não tem a oportunidade de vir esse ano, pode clicar aqui (mas fica nos devendo uma visita para o ano quem vem, sem falta!).

A bruxa do Ribeirão


Quando a ilha de Florianópolis era Desterro, as bruxas costumavam visitar os cemitérios, especialmente no interior e somente à noite.

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Da Série "Recordações Açorianas X".

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No século dezenove a ilha se revela calma e tranquila. Ilha de Santa Catarina de Alexandria, que preferiu morrer a deixar de lado suas crenças e convicções. Mas, naqueles tempos de uma capital serena e bem provinciana, vez por outra, fatos estranhos costumavam acontecer, parecendo agora que a modernidade acabou com eles.

Manoel, de apelido Bieli, é um pescador do Ribeirão, comunidade açoriana da parte sul da ilha. Tira do mar o sustento, ajudando o pai na pesca dos peixes dadivosos da baía, engastada entre o continente e os morros ilhéus. Usa da tarrafa para trazer à terra saborosos camarões, como também auxilia a família na beira do mar, principalmente as mulheres, na faina trabalhosa da catar berbigões. Pecador solteiro, na juventude de seus vinte e cinco anos, gosta de usar os domingos para esquecer o mar e tentar algum namoro com as moças casadoiras da freguesia.

Numa tarde de domingueira conheceu Nina, morena clara, baixinha, longos cabelos anelados, bem feita de formas, pernas roliças e firmes escondidas dentro do vestido de chita, que melhor se delineavam cada vez que se sentava no banquinho da praça, em frente à igrejinha de estilo português. Uma pequena berruga na testa, julgava Bieli, fazia com que ela parecesse mais bonita e interessante, adereço ilhéu tão comum naquela gente açoriana. Ele, num sábado, quando a missa da boquinha da noite terminava, se declarou a ela na escadaria de pedras irregulares e largas, passadiço que levava os fiéis à reza na igrejinha simples.

Ela o olhou com candura e declarou o seu sim, o que fez o venturoso Bieli catar estrelas ao invés de berbigões. Apesar do firmamento carregado de nuvens escuras, ele relembra aquela noite com emoção e afirma que as estrelas e meteoros nunca se fizeram tão brilhantes, um imaginário luar de contornos prateados e suaves.

E voltou ele ao mar na segunda, com vontade redobrada de mais peixes tirar da baía, já pensando em viver com a amada num ranchinho próprio.

Na outra semana, numa sexta-feira, ele vai com o amigo Édi, assim chamado por ser muito trabalhoso falar Edeclésio, para a região de Naufragados, no extremo meridional da ilha, em busca de peixes maiores que aumentam também a renda suada.

No meio da pesca o vento nordeste começa de mansinho, paa em seguida aumentar e não lhes permitir a volta. A frágil embarcação, movida a remo e verga de bambu, não conseguiria retornar ao ninho. Eles evitam a briga com o mar e se deixam levar à terra no sentido inverso, aportando bem perto da saída das águas para o mar do oceano. Estão em Naufragados, região erma e desabitada, de muitas histórias de tormentas e naufrágios. Escondem a canoa e procuram abrigo. Por sorte, levaram pão e água, que faz enganar a fome. Os peixes eram poucos e a noite começava com um negrume maior que o normal. Eles se acomodam num canto de mato, pensando em ali passar a noite e voltar no outro dia costeando as margens da ilha, se o vento nordeste não arrefecer.

De repente. o Édi aponta na direção do sopé do morro. Vira ao longe uma luzinha bruxuleante que acendia e apagava. Bieli também divisa o estranho e fugidio vaga-lume, formado pelos açoites do vento na galharia. Resolvem se dirigir para lá. Talvez consigam uma refeição um pouco melhor, um calor de fogo que lhes retempere o ânimo. Perdem muito tempo andando, pois a escuridão é quase total.

Em determinado momento da caminhada começam a ouvir um canto. Um refrão repetitivo de vozes estridentes e femininas, palavras ininteligíveis e gargalhadas, talvez uma outra língua. Eles seguem adiante, já com certo medo. O clarão de fogo começa a aumemtar e melhor se delineia no escuro de uma noite sem lua e sem estrela.

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Sabiam os nativos que a ilha era habitada por bruxas do bem e do mal.

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E, como por encanto, abre-se uma clareira e eles, mudos, petrificados, amparados pelo negrume da noite, veem à sua frente um espetáculo dantesco. Na clareira, iluminada por uma grande fogueira no centro, estão a dançar umas vinte, talvez trinta mulheres encarquilhadas e horríveis. Vestem longas túnicas negras, grossas sobrancelhas e rostos angulados, narizes pontudos.

Apertam vassouras de mato nas mãos nodosas e de longas unhas, algumas de chapéu cônico, outras de coques que quase escondem o cabelo cor de galho seco, acinzentado. O vento nordeste sibila insistente, mas nada se remexe na clareira. Parece que ali o vento não entra.

Executam elas uma dança tétrica em torno do fogo. A roda que formam ora segue para um lado, ora para o outro. Ao lado do fogo, numa pedra lisa que mais parece uma mesa, com um tipo rústico de toalha feita com pequenos pedaços quadrados de tecidos das mais diversas cores, estão alguns objetos em metal e pedra, amuletos sinistros, dentre os quais se destacam um enorme novelo de corda e a estatueta de um abutre querendo alçar voo. Comentários havia em toda a ilha faceira a respeito desses horrores. Agora, porém, os dois pescadores adquirem a certeza de que naquele lugar de pesadelo há uma reunião de bruxas, talvez um sabá que tenha até a presença do Tibinga, o capeta ilhéu.

E elas continuam cantando sem cessar a estranha melodia, antes bem fraca e agora ensurdecedora, pontilhada de gritos e risadas macabras. Um caldeirão a exalar vapor ou fumaça assoma em seu aço de um negro brilhante, que uma delas remexe metodicamente. Pegam elas canecas de barro e provam do estranho preparado, que parece fazer com que voltem à roda com mais vontade e fervor, continuando o canto sibilante e histérico. Eles permanecem na treva, olhos arregalados, mudos e paralisados de pavor.

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De repente uma delas pára o canto esganiçado, sai da roda, volta-se para eles e lhes aponta o longo dedo indicador. O ohar que despeja é terrível. Parece penetrá-los, possui-los, fazendo com que permaneçam quais estátuas de pedra e medo ante a terrífica medusa. Ela ri uma risada horrenda, o olhar penetrante lhes atravessa a alma. As outras, ao notar que a companheira parara, param também e se voltam na mesma direção. E os dois homens, apavorados, têm a fitá-los não um daqueles olhares terríveis, mas todos os olhares macabros do mundo.

Elas param a dança, as feições maléficas na direção da sombra, uma risada em coro que finalmente tem o condão de lhes despertar do torpor. Bieli e o amigo voltam a si e disparam em desabalada carreira na direção do mar, pois nas histórias de roda de fogo tinham ouvido dizer que as bruxas detestavam água.

Elas não os seguem e retornam ao canto, mas, para eles, todas as bruxas da terra estão ali atrás. Ao chegar à praia, fazem retornar a canoa à baía com todo desespero que as forças permitem. Arquejantes, lançam-se ao mar e passam uma noite diabólica, brigando com o vento e as ondas.

É de manhã quando aportam na freguesia. E contam para todos a aventura da véspera, sendo recebidos com o riso de muitos e a dúvida de poucos.

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No domingo, Bieli encontra a sua Nina e lhe conta o ocorrido. Ela o ouve de olhos baixos, tranquila. Quando ele termina, estranha a placidez da amada.

Neste momento, ela levanta os olhos para ele e Bieli tem um frêmito de pavor. E sabe, com aterradora certeza, que já vira antes o olhar da namorada, o mesmo olhar da bruxa que primeiro descobrira os dois intrusos.

Desta vez não foge, pois sabe que não adiantaria. Já está inexoravelmente dominado. Ela pega a mão gelada do pescador e eles começam a passear em torno da praça.

Nina irá conduzi-lo pelo resto da vida.

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As casinhas de estilo açoriano do Ribeirão da Ilha.

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Livro recomendado: Franklin Cascaes, o mito vivo da ilha (mito e magia na arte catarinense). Adalice Maria de Araújo. Editora da Universidade Federal de Santa Catarina.

Receitas com ostras? Aqui tem....

Para entrar no clima da 12ª FENAOSTRA estaremos divulgando aqui no site receitas com ostras, dos restaurantes participantes da festa. Confira e fique com água na boca...
foto/divulgação: Assessoria de Comunicação
 

Restaurante - OSTRADAMUS
Nome do prato: ALÉ - Caldinho de aipim com lingüiça pomerana e ostra

Ingredientes:
500 gramas de aipim cozido
100 gramas de lingüiça pomerana
20 ostras In Natura desconchadas (reserve a agua destas ostras e faça uma filtragem)
50 gramas de cebola
25 gramas de alho
azeite de oliva
pimenta branca
aceto balsâmico
1/2 litro de leite

Modo de preparo:
Triture no liquidificador todo o aipim com uma parte do leite aquecido, ficando realmente bem diluído.
Frite o alho a cebola, a seguir junte lingüiça
Leve o creme de aipim a uma panela, juntando toda a fritada e aquecendo bem.
Neste momento coloque as ostras in natura para cozinhar no próprio creme.
Havendo necessidade de diluir o caldo, coloque então a água das ostras desconchadas e filtradas.
Sal e pimenta a gosto e finalize na hora de servir com uma gota de aceto balsâmico.

Matéria retirada do portal da PMF (http://portal.pmf.sc.gov.br/entidades/igeof/?pagina=notpagina&menu=3&noti=2542)

Dicas do Chef

Receita da Semana:
Ostra porto soliz


Ingredientes:
1 dz ostras cozidas ao bafo e a meia concha.
1/2 limão
60ml Martini bianco
Preparo:
Disponha as ostras sob uma cama de gelo, distribua o suco do limão sobre as ostras, depois o Martini sirva a serguir.


Bom apetite!

TRAPICHE SOCIAL - OSTRADAMUS



No dia 31de agosto, um dos mais conceituados escultores de Santa Catarina, Valdo Corrêa, ministrou uma oficina para alunos da E.E.B. Dom Jaime de Barros Camêra no Ostradamus, entre os alunos crianças e adolescentes da comunidade do Ribeirão da Ilha

A oficina faz parte de um projeto desenvolvido pelo Ostradamus na Comunidade do Ribeirão da Ilha, o qual busca sensibiliazar os alunos e comunidade para questões culturais e socioambientais. Todas as atividades são gratuitas.

O projeto além de contar com a parceria do Escultor Valdo Corrêa, tem a participação do IMMA (Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arque astronomia), Jonas Pacheco (Engenheiro Agrônomo), UFSC (Departamento de Cultivo de Moluscos), Celesc (ProCeleficiencia – Programa Celesc de Eficiencia Energética), entre outras parcerias que estão sendo buscadas para ao longo do projeto, estarem contribuindo nas atividades realizadas.

Próxima Oficina será realizada no dia 15 de setembro, às 09:30, em parceria com o IMMA.
 
Na pauta deste dia teremos:


-Pequena mostra de telas com gravuras rupestres e artefatos líticos (Explicativa)

-Dialogo com os alunos, “O Homem do Sambaqui e sua Relação com o Meio Ambiente”.

-Oficina de gravura rupestre (Técnica de frotagem) com uma replica de gravura tamanha natural para que os alunos aprendam a técnica.

Caso tenha alguma dúvida ou sugestões pode-se entrar em contato pelo telefone (48) 3337 5711 ou enviar email para trapichesocial@ostradamus.com.br

Texto e Fotos : Tamiris Espíndola

Recife Dágosto - Frutos do mar comandaram o cardápio do Recife Dágosto!


O risoto de caranguejo com abobrinha ao gorgonzola fez sucessso


Ostras, caranguejos e polvos foram os principais ingredientes que compuseram o cardápio do chef Jaime Barcelos, do Restaurante Ostradamus (SC), para o terceiro jantar especial do Festival Recife Dágosto, da Abrasel-PE e que integra o Ano da Gastronomia no Recife. O menu foi degustado e aprovado por convidados do Festival no último dia 24, no Restaurante Leite. Os pratos serão levados para cardápio do Ostradamus por, pelo menos, 15 dias, uma forma de o chef apresentar aos catarinenses o que encontrou no Recife. O Ano da Gastronomia é uma iniciativa da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Turismo, com a realização da Fundação Gilberto Freyre e Abrasel-PE e apoio da Secretaria de Turismo do Estado.Antes do jantar, o chef fez um city tour pelo Recife e compras em estabelecimentos tradicionais da Cidade, como o Mercado de São José. Foi assim que Jaime Barcelos se inspirou para compor o cardápio do Festival. “A combinação dos temperos em Pernambuco é bastante forte, com um colorido que representa bem a alimentação brasileira. Gosto muito disso. Não existe turismo sem gastronomia”, completou Barcelos, que ainda participou de um bate-papo com os alunos de Gastronomia da Faculdade Maurício de Nassau.


“Esse intercâmbio cultural e profissional entre o chef e os alunos é um dos pontos altos do Festival, que proporciona mais visibilidade para o destino Recife a partir da gastronomia”, comentou o assessor executivo da Secretaria de Turismo do Recife, Carlos Braga, que estava entre os convidados no jantar. Também estiveram presentes o presidente da Empetur, Gilberto Pimentel; o presidente da Abrasel-PE, Núncio Natrielli; o coordenador de Projetos da Fundação Gilberto Freyre, Gilberto Freyre Neto; e o presidente da Abav-PE, Jorge Sales; além de representantes do Trade Turístico e da faculdade Maurício de Nassau e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
No cardápio, o chef Jaime explorou bastante as ostras, já que os crustáceos são o carro-chefe do restaurante, como o próprio nome já diz (Ostradamus). As ostras estiveram presentes na entrada de diversas formas: ao alho e óleo, ao gengibre e ao brie, mangas e maçã. O prato principal, o chef Jaime dividiu em três: risoto de caranguejo com abobrinha ao gorgonzola, polvo ao azeite de oliva e pimentões e polvo defumado ao molho de ostras. Para finalizar, a sobremesa foi uma homenagem ao Restaurante Leite e à influência da comunidade portuguesa na Cidade: pastéis de nata acompanhados de vinho do Porto. Na cozinha, o chef contou com a ajuda de quatro alunos da Faculdade Maurício de Nassau e quatro da UFRPE.
Último jantar – O festival Recife Dágosto termina na próxima terça-feira (31), com a presença dos chefs Fábio Sicília, do Restaurante Dom Giuseppe (PA), e Renato Freire, da Confeitaria Colombo (RJ). A realização do último jantar contará com a participação dos alunos de Gastronomia da Faculdade Boa Viagem.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Turismo do Recife.
Postado por Executiva Press – Assessoria de Comunicação da Abrasel-PE.Mais informações : 55 (81) 3221.5926 – http://www.executivapress.com.br/ acessado em 26.08.10 às 17:37 em: http://www.abraselpe.com.br/noticias/item/593

Visite tembém: Tens Tempo - Um café diferente!

" O ribeirão é um convite a um passeio inusitado. Um lugar pitoresco, reduto das Ostras, onde você também pode provar um prazeroso café com autênticos doces portugueses, finos e exclusivos chocolates e conceituados vinhos de altitude. Uma pausa para um café? Tens tempo um espaço diferente para pessoas exigentes e especiais."



Freguesia do ribeirão da Ilha, anexo ao Ostradamus 3337 5711

Novidades no Cardápio Ostradamus! - Camarão na Telha

O Ostradamus está com novos pratos no cardápio, como Polvo da Andréia e o Camarão na Telha.

Abaixo segue foto e receita para dar um pouquinho de água na boca...
Não deixe de vir experimentar os novos pratos da casa...

Camarão na Telha

Ingredientes
50 ml de azeite de oliva
5 g de alho
50 g de cebola
80 g de pimentão verde
80 g de pimentão amarelo
80 g de pimentão vermelho
200 g de tomate
Caldo de peixe quanto bastar
Amido de milho quanto bastar
500 g de camarões sem casca
300 g de queijo mussarela pimenta piripíri e sal a gosto

Modo de preparo
Deite o azeite em uma caçarola. Doure o alho, a cebola e os pimentões. Junte os tomates, deixe ferver. Acrescente os camarões, a pimenta e o caldo de peixe. Engrosse com amido de milho, coloque o sal. Deite em uma telha, cubra com a mussarela e leve ao forno para gratinar.
 
Quer outras delícias do mar, visite o Ostradamus!
 
Restaurante Ostradamus
www.ostradamus.com.br
ostras@ostradamus.com.br

Rodovia Baldicero Filomeno, 7640
Florianópolis - SC, 88064-002
(0xx)48 3337-5711

Dia do Meio Ambiente!



DIA DOS NAMORADOS - 12 de Junho!

Informações: (48) 3337 5711 ou ostras@ostradamus.com.br

Ostra na Boa! Terça a Sexta a ostra é por nossa conta...


Informações e reservas: + 55 (48) 3337 5711 ou ostras@ostradamus.com.br

Restaurante catarinense mostra que tino empresarial faz a diferença...

Segundo o proprietário de restaurante em Santa Catarina, Jaime Barcelos, é imprescindivel também o aprimoramento constante na forma de cursos e viagens

Da Agência Sebrae de Notícias

O dono do Restaurante Ostradamus, localizado no coração da Freguesia do Ribeirão, sede de um dos distritos de Florianópolis (SC), Jaime José de Barcelos, tem uma história bonita para contar.



Ex-dono de oficina mecânica, percorreu um longo itinerário gastronômico: vendeu sorvetes, caldo de cana e água de coco na garagem de sua casa. Depois, incorporou cachorro-quente ao menu, passando então às ostras que acabariam por transformar toda sua casa num restaurante.



“Eu e minha esposa Luciana começamos na cozinha da nossa casa. Tínhamos, então, pouco espaço para nós”, conta. Hoje, além do grande e bem decorado restaurante, a família, que inclui a filha do casal, Aline, de 11 anos, tem bastante conforto, no piso superior, com uma vista privelegiada para o mar, a praia e o casario antigo.



A metamorfose da oficina mecânica, no Ribeirão da Ilha, em lanchonete, em 1997, levou em conta o fluxo de turistas na região. Mas a opção pelas ostras certamente foi o que revelou o tino empresarial de Jaime. Primeiro, resolveu servir os moluscos ao natural, gratinados e ao bafo. A opção deu tão certo que tomou conta de todo o empreendimento e nasceu o Ostradamus, que tem sido indicado repetidamente como o melhor restaurante para se degustar ostras no Ribeirão da Ilha. Para atender a demanda do Ostradamus, Jaime se associou a outro empresário, proprietário de uma "fazenda de ostras", distante 15 quilômetros do restaurante.



Localizada próxima ao principal pólo produtor de ostras do Brasil, a casa à beira mar, registrada há dez anos como microempresa, inscrita no Simples Nacional, faz o cliente soltar a imaginação e se sentir a bordo de um navio. Canoas de garapuvu, árvore típica da região, e gaiolas informando os três estágios de criação das ostras, decoram o teto. Os móveis são envernizados e, para ajudar na fantasia do cliente, os funcionários trabalham de toucas de pirata e garçons atendem vestidos de marinheiro.



O restaurante tem um sistema de depuração para os moluscos que filtra e elimina em tanques impurezas e bactérias. As ostras saem do mar direto para o depurador, no qual ficam de 12 horas até quatro dias Da filtragem, vão para um grande vitrine. E de lá, depois de uma breve passagem pela cozinha, são servidas aos clientes.



Jaime disse que começou o restaurante sem qualquer ajuda, baseado apenas na sua experiência empresarial anterior e na convicção de que tinha tudo para dar certo. Inclusive nem contou com os serviços de um arquiteto para a reforma do espaço e decoração. “Construí tudo com minhas próprias mãos”, diz.



Tudo pronto, viu que tinha em mãos um restaurante que poderia acolher não só a população local, mas cidadãos do mundo. Com essa visão buscou o Sebrae para aprimoramento. Participou de grupos de visitação a outros municípios de Santa Catarina com vocação turística, de cursos e do Programa Alimento Seguro. Hoje, colabora com a Universidade Federal de Santa Catarina e, recentemente, fez uma palestra para estudantes do curso de Administração.



“Se o convite é para contar a minha história e meu exemplo de gestão para ajudar outros empreendedores, podem contar comigo”, afirma entusiasmado. Também reserva tempo para viagens em grupo a países produtores de ostras, como Canadá e Estados Unidos.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI102639-17180,00-RESTAURANTE+CATARINENSE+MOSTRA+QUE+TINO+EMPRESARIAL+FAZ+A+DIFERENCA.html

12 Anos de Ostradamus!

Destemperados - Um Show de Frutos do Mar no Ostradamus ...

Chegamos em Floripa, nossa capital brasileira preferida. Uma cidade 100% astral, com muita gente bonita e um povo simpático que fala bem rapidinho. Como se não bastasse, a Ilha da Magia ainda é a capital nacional das ostras, com 80% da produção do Brasil concentrada por ali. Capaz que a gente não ia conferir essa. Apontamos o navegador pro Sul, mais precisamente no Ribeirão da Ilha, onde fica o Ostradamus.



Eu jurava que não ia ter uma alma viva por lá num almoço em dia de semana. Errei feio. Várias mesas já estavam ocupadas quando chegamos. Sorte que eu havia reservado a mesa mais concorrida da casa. Dela, se via o mar, a praia e o trapiche. Aliás, o trapiche nos conquistou. Antes mesmo de sentar fomos pra ele admirar as gaivotas e as boinhas espalhadas pela água. Só não foi mais divertido, porque o Diogo conseguiu se segurar e evitar um tombo na água que ia entrar pra história.




Ali mesmo no trapiche, o figuraça garçom-capitão Maneca nos atacou com duas Caipas de Cachaça Intisica, que outrora era fabricada pelos donos do restaurante. Uma coisa de louco a caipira. Tomamos umas 3 rindo. E claro, provamos a tal Intisica também. Forte pra dedéu. Cheguei a tomar um susto depois de tomá-la, porque vi essa Centolla maravilhosa me olhando. Coisa de louco.




Quando finalmente resolvemos sossegar e sentar, pedimos um mix de ostras. 3 de cada tipo, para que eu, o Diogo e o Duda pudéssemos experimentar a variedade oferecida. Primeiro vieram umas vivas. Depois mais algumas no bafo. E pra fechar, ostras gratinadas (com molho branco e queijo) e ostras das antigas (gratinada com cebola, tomate, salsa e parmesão). Todas deliciosas e divertidas de comer. Nós, que nunca fomos muito de comer ostras, depois dessa experiência, viramos fãs.




As maravilhosas ostraseram só a entrada. O Ostradamus ainda nos reservava mais duas surpresas fantásticas. Um Salmão ao Molho da Casa (com molho branco, requeijão, nata e molho de camarão) e uma Canoada (arroz com polvo defumado, ostras, champignon, azeite de oliva, molho de ostras e mini milho). Ambos, divinos. A tal canoada então, é algo tão bom que fiquei sonhando por dias com aquele sabor. Diferente de qualquer coisa que eu já comi. Demais!




Ficamos batendo papo por um bom tempo na mesa, apreciando aquele momento fantástico. Veio a conta que girou em torno de 150 reais no total para três pessoas. Mais que honesto para aquela fartura de prazeres. Saiu mais em conta ainda porque antes de ir embora, ganhamos uma aulinha do Tiago sobre a criação das ostras e todo o processo pioneiro no Brasil que a casa oferece. Depois dessa, só uma caminhada na praia e um joguinho despretensioso nos restavam.




Ostradamus
Rodovia Baldicero Filomeno, 7640
Freguesia do Ribeirão da Ilha
(48) 3337-5711
http://www.ostradamus.com.br/

Fonte Blog Destemperados: http://destemperados.blogspot.com/2007/08/um-show-de-frutos-do-mar-no-ostradamus.html

Festival Brasil Sabor 2010: Floripa participa do maior evento gastronômico do mundo...

 Restaurantes da capital catarinense fazem parte do Festival Brasil Sabor, que segue até 15 de maio.
Até o dia 15 de maio, a Abrasel coloca em evidência a autenticidade e as origens étnicas das regiões brasileiras por meio da gastronomia. Em Santa Catarina, o lançamento oficial foi dia 13 de abril. Na ocasião, a seccional catarinense renovou suas lideranças, realizando a posse dos novos Conselhos de Administração e Fiscal.
Diferentes etnias, temperos e sabores. Assim é feita a cultura brasileira, que, com sua rica gastronomia, reflete as peculiaridades de cada região. É para valorizar essa diversidade, que a Abrasel promove a quinta edição do Festival Brasil Sabor. Em Santa Catarina, o evento de lançamento oficial reuniu mais de 400 convidados, entre e autoridades, representantes do trade turístico e formadores de opinião, no Hotel Majestic, em Florianópolis.
Durante o período do Brasil Sabor, os restaurantes participantes oferecem um prato específico, utilizando ingredientes próprios do local, que representem da melhor forma as características da região e as origens étnicas. A definição de valor do prato fica a critério do estabelecimento. “Com o Festival, turistas e moradores têm a oportunidade de provar a diversidade de sabores que o Brasil possui, verificar as riquezas de cada lugar e ainda conhecer pessoalmente os segredos de chefs renomados”, afirma Fábio Queiroz, presidente da Abrasel SC.
Em 2009, o evento contou com a participação de 239 cidades de todo o País. Nesta edição, são 312 destinos turísticos e mais de mil restaurantes. Santa Catarina tem 57 participantes, em sete cidades, e há novas atrações no Festival. Além das ações já conhecidas e consagradas, como a Arena Gastronômica, a Arena Kids, o livro Segredos dos Chefs e o Guia Brasil Sabor, a Abrasel traz a promoção Mais um por conta da casa. O funcionamento é simples: em pelo menos um período (almoço ou jantar) e em um dia da semana, ao comprar um prato do Brasil Sabor, o cliente terá direito a ganhar outro igual, para consumo no próprio restaurante. A escolha do dia e do período foi definida pelo estabelecimento e está descrita no Guia de restaurantes do Brasil Sabor – distribuído em pontos turísticos e nos restaurantes participantes.
Evento de lançamento reúne 400 convidados
A solenidade de lançamento marcou a posse dos novos Conselhos de Administração e Fiscal. Ézio Librizzi, que ocupou o cargo de presidente por dois mandatos, concluindo quatro anos, comparou a atual situação da entidade com a que assumiu, em 2006. Nesse período, o número de associados aumentou consideravelmente, passando de 148 para 273. Librizzi salientou ainda que é importante essa alternância de poder como forma de evitar a acomodação e a personalização da entidade. “Deixo o cargo realizado e com sentimento de dever cumprido, pois entrego a entidade em ótima situação financeira e administrativa, e com uma posição de grande credibilidade em todo o Estado”, afirmou Ézio Librizzi.


Quem assume a presidência da Abrasel SC é o empresário Fábio Queiroz, proprietário da Alameda Casa Rosa. Em seu discurso, Fábio afirmou que dará continuidade ao trabalho que vem sendo feito, buscará novas parcerias e investirá em novos serviços aos associados, o que beneficiará tanto os proprietários de bares e restaurantes quanto o consumidor final. “A proposta do novo Conselho é fortalecer ainda mais o setor, oferecendo meios de capacitação para qualificar os serviços”, afirmou Fábio.


Após o lançamento oficial, os convidados foram recepcionados com as deliciosas receitas inscritas no Festival. Em Santa Catarina, são 57 restaurantes participantes e a maioria dos pratos pode ser degustada.

Entre os Restaurantes de Florianópolis participantes desta edição do Festival Brasil Sabor está o Ostradamus.


Para conhecer os pratos do Festival, basta acessar o site www.brasilsabor.com.br/festival e consultar a lista de participantes no Estado selecionado. No site há o endereço do restaurante, a descrição do prato do festival, a receita e o valor cobrado por cada prato.


SERVIÇO

O que: Festival Brasil Sabor

Quando: Até o dia 15 de maio

Onde: Em todo o território nacional

Mais informações: www.brasilsabor.com.br/festival

Mais informações à imprensa: Fábrica de Comunicação – (48) 3027-6000. Com Vanessa Amarante (48) 9933-8193.

Fonte: Fábrica de Comunicação